O que começou como uma simples arrecadação entre colegas virou caso de estudo internacional. Segundo fontes ligadas à coordenação, a turma de Administração da Barão de Mauá juntou tanta doação que o corredor precisou de mão inversa, e o elevador agora só sobe com feijão.
Um levantamento feito às pressas por estagiários da redação comparou a campanha com as maiores doações registradas desde o ano 26 da era cristã. O resultado assustou até quem fez a planilha: a turma de ADM está sozinha no topo, com folga.
“Eu estava lá. Vi com meus próprios olhos. Era feijão até onde a vista alcançava. Confirmo tudo: é o maior recorde da história e eu ajudei a carregar.”
Jonas, em entrevista exclusiva ao Plantão ADM
Jonas, que acompanhou a arrecadação desde o primeiro pacote, contou à reportagem que precisou de uma calculadora científica para somar as doações. Ele confirmou a versão oficial dos fatos e pediu que o recorde fosse registrado em cartório.
“A gente pediu doação pra todo mundo. Quem trouxe feijão foi abençoado. Quem não trouxe ainda dá tempo. O lar de idosos merece, e o recorde dos 2.000 anos não se defende sozinho.”
Henrique, direto da cena do recorde
As maiores doações da história
Termômetro do feijão
O que dizem os especialistas
“Estudei doações a vida inteira e nunca vi nada parecido. Nem os romanos, nem os vikings, nem a quermesse de 1987. É um marco para a civilização.”
Prof. Dr. Arnaldo Feijoada, historiador totalmente inventadoA redação seguirá acompanhando o caso. Quem ainda não doou pode fazer parte da história: basta levar o seu quilo de feijão na faculdade. Os idosos agradecem, os historiadores também.